quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Bem-vindo 2013

Meus amigos,

Mais um ano está terminando. Com ele contabilizamos realizações, objetivos conquistados, não conquistados, abandonados, esquecidos, deixados para mais tarde, etc.

Com certeza, se for feito um balancete imparcial, houve muito mais coisas boas que ruins.
Alguns tombos, mas muitos acertos. Tristezas sim, mas muitas alegrias.

O importante é seguir em frente, sem medo de não conseguir.

Ofereço a mensagem a seguir, que sugere espírito de perseverança:

Lute


Lembre-se,
Quando quiserem derrubá-lo,
Desestabilizá-lo, ou destruí-lo:
Você é mais forte!

Lembre-se,
A sua vida é sua. Suas vitórias são suas:
Você pode resistir sempre,
Batalhar e vencer.

Lembre-se,
A decisão é sempre sua.
Não espere que alguém decida por você:
Decida você mesmo.

Lembre-se,
Seja sempre um lutador.
Porque quem é forte é forte sempre:
Também na fragilidade.

Lembre-se,
Você é forte quando chora,
Quando sorri, quando cai,
E quando se levanta.

Lembre-se,
Aprenda com seus erros e acertos,
Com a vida:
Com a sua vida!

Lembre-se,
Os exemplos dos outros são só exemplos,
Parâmetros, sugestões:
Podem não ser o seu caminho.

Lembre-se,
Não tenha medo de nada, nem de ter medo:
Faz parte da nossa evolução,
Da concepção ao suspiro derradeiro.

Lembre-se,
É importante que se levante, e fique de pé.
Seja sempre um vencedor:
Seja o seu vencedor.

Um grande 2013!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

FELIZ NATAL!

Aos meus seguidores, leitores e amigos,
Desejo um Feliz Natal!

Que esse Natal lhe propicie momentos de reflexão
Sobre você mesmo
E sobre a sua missão neste mundo.

Tenha certeza:
A sua missão é muito importante. Reflita sobre isso...

Um grande abraço

domingo, 9 de dezembro de 2012

Os seus dias

A beleza e a intensidade da vida dependem de cada um. A paixão com que se vive cada momento do dia, também.

Cada dia vivido pode ser igual aos anteriores: os mesmos gestos, os mesmos atos, as mesmas rotinas, as mesmas tarefas, realizações, enfim uma série de repetições que, por força do hábito, fluem de maneira espontânea, sem esforço e sem perceber. Vêem-se as mesmas pessoas, com o mesmo jeito de ser, de falar, de agir, de viver.

Os dias vividos dessa forma, repetitivos, todos iguais, deterioram a vida, tornando-a insípida, extenuante. Perde-se a criatividade, a beleza da transformação – inerentes ao ser humano – e as perspectivas brotadas dos sonhos.

Mas os dias podem fluir sem se repetirem, sem serem iguais. Diferentes uns dos outros, mesmo que se deva exercer as mesmas funções, conviver com as mesmas pessoas, andar pelos mesmos caminhos, respirar o mesmo ar.

Depende do jeito de ser e de agir de cada um, da sua atitude, das suas escolhas. Precisa saber dosar com um tempero diferente para cada dia que surge, proporcionando um sabor distinto para cada um, uma aparência singular, uma novidade.

O segredo está em transformar em inédito cada um dos dias: todos diferentes um do outro. Todos melhores um do outro. O de hoje melhor que o de ontem e o de amanhã melhor que o de hoje. Para isso, precisa começar a transformar cada um dos momentos que compõem cada dia.

Viver intensamente cada momento do dia. Deitar-se, à noite, com a bênção da certeza de que haverá outra aurora, e outra, e outras... E todas felizes!

Um novo dia é um novo nascimento. É possível renascer a cada dia, junto com o novo dia, e crescer durante esse dia acompanhando o crescimento do próprio dia.

Tudo o que passa fica na lembrança, ou se perde para sempre. Inclusive os dias que se deixa passar em branco, sem qualquer ação diferente. Não vale a pena perder nenhum dos dias que a vida nos brinda...

A vida é o maior e mais complexo de todos os milagres. E é possível operá-lo a cada dia. Cada um do seu jeito. Ou deixar que outros o operem por você. Que atuem por você. Que o dirijam. Que definam o seu caminho. Que o arrastem por onde andam. Que vivam por você. Que vivam a sua vida.

É possível ser diferente...

Os dias podem ser diferentes se assim se decidir. Não basta desejar. Decidir é muito mais que desejar. Para decidir precisa assumir as atitudes necessárias e as consequências decorrentes.

Para que os dias sejam diferentes é preciso ser diferente, ver-se de forma diferente e ver as pessoas de maneira diferente. Dirigir o olhar para elas sem medo de perder espaço. Dirigir o olhar não arranca pedaço de ninguém. Distribuir sorrisos abundantes. Dar atenção a todos, principalmente àqueles mais próximos. Dirigir a palavra, ouvir, pedir ajuda e ajudar, pedir colo, dar bom dia, até logo...

Sozinho é mais difícil conseguir ser o que se pretende ser. Todos precisam da ajuda das pessoas, de conviver com elas, de relacionar-se com elas, de interagir com elas. Ser uma pessoa como as outras.

Não ter inveja, nem ciúme do sucesso dos outros: sentir-se feliz por eles, pelas suas vitórias, pelas suas conquistas, pelo seu crescimento. Não tratar ninguém com indiferença, não importa se existe motivo e qual seja. A indiferença é perversa, ofende mais que o desprezo: o desprezo é explícito, a indiferença não, e pode ser um ato de falsidade.

Não se sentir mais importante que ninguém. A importância de cada um é proporcional ao tanto de importância que se dá às pessoas com quem se convive e se interage.

Olhar para frente. Olhar para dentro de si. Ouvir o que cada um tem a dizer a si mesmo. E também o que tem a ouvir de si mesmo. Assim se descobre o grande cabedal de potencialidades que se tem, e que podem ser concretizadas. Não sozinhos, mas com a presença e colaboração das pessoas que andam conosco.

(Publicado no JNB em dezembro de 2012)

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Meu velho


Após deixar grande legado
De coragem, de trabalho,
De amizade, de dedicação,
De responsabilidade e de amor,
Tomou o elevador da eternidade
E deixou para sempre este mundo.

Olhar firme, profundo,
Meigo, amigo, repleto de simpatia...
Suas palavras pausadas,
Simples, singelas,
Cheias de sabedoria e de carinho,
Estão gravadas nos corações.

Você deixou seu nome,
O seu olhar, o seu modo de ser,
A sua imagem, a sua pessoa,
Gravados forte no nosso coração.
É a sua marca, em nós,
Indelével, eterna, para sempre.

Saudades, um vazio imenso.
Ausência de alguém insubstituível.
Restou a certeza
Do dever cumprido,
Da missão concluída,
Do objetivo alcançado.

Meu velho,
Meu ídolo,
Meu líder,
Meu amigo,
Meu exemplo de vida,
Os seus passos trilharei.

Meu velho,
Grande amigo - o melhor de todos -
Sua lembrança será eterna,
Como eterno é seu amor por nós.
Usufrua da Felicidade Plena,
Conquistada em vida, nesta terra.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Construindo a própria história

Já no dia de nosso nascimento iniciamos um aprendizado que se estenderá até o final de nossos dias. Aprendemos a chorar, a mamar, a sorrir. Aprendemos a balbuciar as primeiras sílabas, palavras, frases... Aprendemos a engatinhar, a caminhar... Todo esse aprendizado diretamente das pessoas que nos cercam. Aprendizado entregue a domicílio.

E assim ocorre nos anos seguintes, onde se aprende inúmeras coisas, se grava informações sobre o que aconteceu, quem foram as pessoas que fizeram acontecer. Aprendemos fórmulas e como aplicá-las.

Aprendemos também regras de comportamento, ditadas pela sociedade para padronizar nosso jeito de ser, de agir e de tratar as pessoas.

Tudo isso não deixa de ser importante. Afinal, para se viver em paz na sociedade é necessário cumprir algumas regras. Precisa, também, conhecer fórmulas, a gramática, saber trabalhar, etc.

Nessa realidade, somada ao fato de vivermos num país de cultura paternalista, onde a maioria pensa que tudo emana do poder, existe a propensão de esperar que nos digam o que devemos fazer e aprender, e como fazer, além de correr o risco de viver como seguidores de alguns, copiadores do passado, etc.

A escola e a sociedade ainda não estão suficientemente empenhadas para ensinar que as pessoas podem fazer diferente e melhor do que já foi feito. Que não precisa se espelhar em alguém transferindo para nós o seu jeito de ser para sermos alguém. Que não é porque alguém já “inventou” que não se pode fazer de forma diferente e muito melhor. Ou inventar um jeito de reaizar.

As pessoas, mesmo vivendo em sociedade com comportamento padronizado (que não está errado), podem ser diferentes, pensar por si, agregar valor ao que realizam, e ser elas mesmas.

Aí está o segredo, cada pessoa ser ela mesma. Pensar pelo menos algumas vezes por si. Criar, inovar. Estar ciente que não nasceu para copiar durante a vida toda, ou apenas para fazer parte de realizações. Existe muita preocupação pelo que os outros poderão falar de nós se decidirmos ser diferentes. E isso pode interferir negativamente em nossa personalidade, em nossa individualidade.

Para uma pessoa ser ela mesma, viver sua própria vida, deve aprender a olhar para dentro de si, identificar aquelas potencialidades que a vida lhe brindou e que estão adormecidas num cantinho oculto dentro dela. Identificadas, deve trazê-las à tona, à realidade, para fazê-las acontecer.

Não pode esperar que lhe digam sempre o que deve fazer. Deve ter iniciativa. Deve aprender a conduzir, a liderar, a ser artífice de seus atos, de suas realizações, de sua vida. Deve aprender a preferir ser ator ao invés de platéia. Quando alguém é platéia é apenas mais um no meio da multidão, um figurante talvez. Mas se decidir ser ator, será diferente, terá platéia, ganhará visibilidade, e fará a diferença.

Deve deixar um rastro visível, construtivo e rico de sabedoria por onde passar. Deve se transformar em caminhos para muitas outras pessoas. Não deverá contentar-se de fazer parte da história: deve ser a história, escrevê-la com sua inteligência, com vontade, com perseverança, com fatos e com sua vida. Escrever a própria história.

Quem se preocupa em fazer sempre melhor ou diferente o que faz, ou o que já foi feito, está construindo a sua própria história. Está fazendo a diferença, tornando-se referência para as outras pessoas, além de admirá-lo, passam a seguir seus passos, a fazer parte de sua vida.

Ser referencia para as outras pessoas exige um elevado grau de responsabilidade. Nossos gestos, atos, pensamentos e nosso modo de ver o mundo serão admirados e copiados por muitos. Daí a importância de agir com responsabilidade e maturidade, pois, além de estar construindo a própria história, esta incentivando os outros a construir a sua história também. Nossos acertos e erros influenciarão a história deles. É uma questão de grande responsabilidade.

(Publicado no JNB em outubro de 2012)

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Metade


Nunca busque a metade
Dos pensamentos,
Dos sentimentos,
Das pessoas,
Metade do amor.

Nunca busque a metade
Da beleza,
Do perdão,
Da amizade.

Nunca busque a metade
Do dia
Do sol,
Do amor.

Busque sempre o todo.
O completo.
O inteiro.
A qualidade.
A satisfação.

Busque o que é bom.
Busque o bem total.
Busque a felicidade completa.
Busque o amor.
Seja feliz, sempre.
(ejm)

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Compartilhe

 

Cultive a felicidade.
Transforme a vida em bons momentos.
Sinta o sabor de viver.
Viva o prazer da sua existência.

Transforme os acontecimentos
Em grandes eventos.
Preze o sorriso, sorria sempre,
Não importa os motivos ou a falta deles.

Navegue na fantasia.
Cultive muitos sonhos,
Mesmo que deva regá-los
Com o orvalho de suas lágrimas.

Compartilhe os momentos inesquecíveis,
E aqueles esquecíveis também.
Conviva com seus amigos.
Peça colo, se for preciso.

Faça escolhas certas.
Se errar não se desespere.
Você tem toda a vida
Para acertar, acertar, acertar...

Nunca perca a esperança
Naquilo que busca.
Persiga sempre a vitória.
Seja um vencedor, mesmo na derrota.

Agarre-se à vida.
Empunhe o leme de seu destino.
Navegue em águas mansas ou revoltas
Com a mesma garra.

Construa sua história
Na companhia dos amigos.
Não perca tempo.
Seja sempre feliz.

(Em homenagem às pessoas que gostam de viver todos os momentos de sua vida)

sábado, 25 de agosto de 2012


Minha homenagem

Através desta coluna quero prestar uma homenagem a quatro pessoas muito queridas, que marcaram muito a minha vida, cada uma delas de seu jeito, mas todas contribuíram muito para minha formação, minha maturidade, meu amor à vida.

Começo pelo meu pai (Santo), o primeiro a nos deixar. Sua simplicidade, responsabilidade, sabedoria e amor à família e aos amigos estão muito claras e vivas na lembrança de todos aqueles que o conheceram. Jamais mediu qualquer sacrifício para atenuar as dificuldades das pessoas, ou para melhorar a vida de quem quer que seja. Calmo, trabalhador, responsável, criativo, amigo, sábio. Sua sabedoria ia além dos limites de nosso conhecimento. Sempre tinha uma palavra de conforto, um conselho amigo. Seu amor para conosco, além de imenso, foi, é e será eterno. Seu nome está escrito para sempre em nosso coração.

Minha mãe (Vilma), com seu estilo próprio de agir, de viver, de amar. Viveu sua vida inteira voltada à família. Mesmo que quisesse não conseguia disfarçar. Simplicidade, singeleza. Surpreendia às vezes. Colocava-se sempre em segundo lugar. Em primeiro lugar estava a família. Mulher forte, decidida, mas meiga, doce, amorosa. Também gravou de forma indelével o seu nome no nosso coração. Partiu deixando muita saudade.

Pouco depois partiu nosso irmão, o Ivani. De repente. Em segundos. Sua partida surpreendeu a todos. Deixou muitos amigos perplexos, os irmãos entristecidos e com saudades. Deixou os filhos órfãos. Ele nos faz falta. Sua forma pessoal de ver as coisas, de encarar a vida, de se divertir. Foi um grande amigo além de irmão. Está na glória do Criador.

Seguiu-o a nossa irmã Josefina, carinhosamente chamada de Jôse. Difícil descrevê-la. Pessoa especial. Amorosa. Atenciosa. Braços pequenos demais para abraçar a todos como queria. Mas um coração enorme, onde havia lugar para todos. Tempo suficiente para dar atenção a todos. Sua companhia era maravilhosa. Acho que foi por isso que Deus a levou tão cedo. Impossível enumerar as suas virtudes. Impossível mensurar a saudade que deixou. Para finalizar, transcrevo uma homenagem criada pela sua afilhada e sobrinha Daniela Dalla Vecchia Macagnan:

“Saudade grande! Meu coração está dividido entre tristeza e alegria. Ele abriga muitas lembranças de você, desde o dia que a conheci. Lembro de suas palavras de conforto, nas horas difíceis da minha vida. Seu sorriso está presente nos meus momentos importantes. O seu abraço e carinho nos momentos em que precisei derramar lágrimas. Lembro de uma data muito especial: o meu casamento. Você falou que o meu convite para ser minha madrinha foi o melhor presente que lhe dei. Eu estava nervosa e preocupada e você ofereceu seu carinho e me confortou. Saudades eternas da sua afilhada!”
(Publicada no JNB em agosto de 2012)

domingo, 5 de agosto de 2012

Mana, saudades


Mulher extrovertida,
Espontânea,
Sorridente, festeira.
Amável.

Um grande sorriso,
Aberto, abundante,
Muita esperança...
Agora... o silêncio eterno.

Tão de repente,
Sem se despedir
Você resolveu partir
Para a outra vida.

Maninha,
A sua falta é sentida, é percebida
Por todos aqueles
Que a conheceram, que a amaram.

O sorriso franco,
O olhar cativante,
Os braços acolhedores,
O coração aconchegante.

Palavras doces,
Ouvidos atentos,
Sempre atenciosa, casa cheia
Para acolher os amigos.

Onde estão esses atributos?
Levados com você.
Mas suas lembranças, seus efeitos
Permanecem em nossa vida.

Você saiu da nossa presença,
Mas não de nossa vida.
Anda por um caminho paralelo
Do outro lado da rua.

Você não fugiu de nós,
Anda do outro da cortina,
Em caminho diferente,
Em outro horizonte, além do nosso.

Continua a nos ver,
A nos sentir,
A nos querer,
A nos amar.

Você está sempre entre nós,
Em nossas vidas,
Em nosso dia a dia,
Porque você mora no nosso coração.

Mantenha seu sorriso franco,
Sua alegria sincera,
Sua companhia incomparável,
Suas palavras de conforto.

Seja muito feliz – um ser de luz
Ao lado do Criador.
Aqui a vida continua...
Aí na eternidade, também.

(Homenagem à minha irmã Josefina, falecida em 16/08/2011)

Adeus, mano


Você se foi sem se despedir de mim.
Você quis assim,
Não sei por quê.
Mas você sabe. É um segredo seu.

Foi de repente. Cedo demais.
Por que tanta pressa?
Saiu de mansinho, de fininho,
Sem dizer adeus!

Lembro do seu sorriso,
Dos seus “causos”,
Às vezes duvidosos, ou jocosos,
Reais também.

Lembro dos nossos “papos”,
Longos “papos”,
Tardes inteiras, sem pressa,
Até chegar o anoitecer...

Compartilhando experiências,
Externando dúvidas,
Contando estórias antigas,
Recentes, atuais...

Falando da vida,
Do trabalho,
Do descanso,
Do tudo, do nada.

Falando da gente,
Dos outros, das coisas,
Do que se gostava,
Do que não se gostava.

Você foi embora
Para sempre.
Foi cedo demais,
Sem dizer adeus.

Entendo, é seu jeito,
Sempre foi assim,
Você sempre surpreendeu,
Em tudo, sempre...

Se você quis assim,
Foi melhor para você,
Para todos, também para mim,
Com certeza.

Deixou saudades.
Muitas saudades.
Em todos.
Em mim também.

Mano velho, querido,
Seja feliz aí no andar de cima.
Viva a felicidade plena.
Você mereceu... eu sei...

(Homenagem ao meu irmão Ivani, falecido em 20/08/2010)